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	<title>Os Verdes &#187; verdes</title>
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	<description>Os Verdes de Galicia</description>
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		<title>A Rwanda o Partido dos Verdes ainda não tem existência legal</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Jul 2010 07:15:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rwanda]]></category>
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		<description><![CDATA[Líder da oposição encontrado morto
Kigali &#8211; O vice-presidente do Partido dos Verdes (oposição), André Kagwa Rwiseraka, foi encontrado morto com golpes de macetas, num pântano situado perto do seu domicílio, no sul do Rwanda, anunciou quarta-feira a Polícia, citada hoje (quinta-feira) pela PANA.
O corpo de Rwisereka, que foi dado como desaparecido durante um dia, foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Líder da oposição encontrado morto</p>
<p>Kigali &#8211; O vice-presidente do Partido dos Verdes (oposição), André Kagwa Rwiseraka, foi encontrado morto com golpes de macetas, num pântano situado perto do seu domicílio, no sul do Rwanda, anunciou quarta-feira a Polícia, citada hoje (quinta-feira) pela PANA.</p>
<p>O corpo de Rwisereka, que foi dado como desaparecido durante um dia, foi encontrado horrivelmente mutilado com a arma do crime ao lado do cadáver, indicou o porta-voz da Polícia rwandesa, o superintendente Eric Kayiranga.</p>
<p>A Polícia parece privilegiar um crime crapuloso, pois a vítima estava na posse duma forte soma de dinheiro.</p>
<p> <a href="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/green-party-delegates.jpg"><img src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2010/07/green-party-delegates.jpg" alt="" width="300" height="169" class="alignleft size-full wp-image-280" /></a></p>
<p>O Partido dos Verdes, criado por dissidentes do partido no poder, a Frente Patriótica Rwandesa (FPR), ainda não tem existência legal.</p>
<p>A perseguição de opsositores tem sido frequente no Rwanda, nos últimos tempos, foi detidaa líder Forças Democráticas Unidas (FDU-Inkingi), Victoire Ingabire.</p>
<p>Por isso, a Amnesty International tem pedido ao governo de Rwanda que garanta que a líder da oposição, Victoire Ingabire, um julgamento rápido e imparcial pelos delitos que é acusada, que incluem &#8220;ideologia genocida” e colaboração com um grupo ‘terrorista’.</p>
<p>Mas, defende que ela não seja punida pelo seu exercício legítimo da liberdade de expressão.</p>
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		<title>Os Verdes ao redor do mundo</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 18:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[http://www2.pv.org.br/noticia.kmf?noticia=8804990&#38;canal=252
Em muitos países, principalmente na Europa, os partidos verdes ganharam espaço no cenário político nas últimas décadas
Renan Dissenha Fagundes
A esperada saída da senadora Marina Silva do PT, anunciada na quarta-feira (18), e sua provável transferência para o PV é acompanhada pela discussão em torno da reestruturação do programa dos Verdes brasileiros. Ao longo das últimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>http://www2.pv.org.br/noticia.kmf?noticia=8804990&amp;canal=252</p>
<p>Em muitos países, principalmente na Europa, os partidos verdes ganharam espaço no cenário político nas últimas décadas<br />
Renan Dissenha Fagundes</p>
<p>A esperada saída da senadora Marina Silva do PT, anunciada na quarta-feira (18), e sua provável transferência para o PV é acompanhada pela discussão em torno da reestruturação do programa dos Verdes brasileiros. Ao longo das últimas décadas, os partidos verdes pelo mundo adaptaram suas reivindicações e alianças às demandas regionais e, em muitos países, ganharam espaço e força no cenário político.</p>
<p>Em 2001, o Partido Verde alemão &#8211; primeiro dos partidos verdes a atingir relevância nacional em seu país de origem &#8211; conseguiu fechar um acordo para eliminar o uso de energia nuclear na Alemanha: até 2020, a utilização civil desse tipo de energia deve ser zero. Uma vitória importante para um grupo político que desde sua fundação, em 1980, afirmava-se contrário ao uso de energia nuclear. Mas a conquista não veio sem ônus: como parte da aliança do governo, os parlamentares do partido tiveram que apoiar o chanceler Gerhard Schröder na Guerra do Afeganistão. Muitos Verdes criticaram a ação: o pacifismo foi um ponto-chave na plataforma que fundou esses partidos, durante as décadas de 70 e 80, e é uma das políticas que os caracterizam ainda hoje, junto com a defesa do meio ambiente, da justiça social e da democracia direta.</p>
<p>Só que muitos líderes descobriram que para conseguir avanços, às vezes, algumas concessões deveriam ser feitas. No livro The evolution of green politics, publicado em 2002, o autor, Jon Burchell, cita a fala de um ativista europeu dos Partidos Verdes em 1995 que fala o seguinte: &#8220;No começo, dizíamos que nunca trabalharíamos com os outros e que os outros nunca iriam trabalhar conosco. Hoje nós já negociamos com governos, nós damos algo para eles e eles nos dão outras coisas. Isto é mais realista politicamente. O partido quer mudar coisas, e se não cooperarmos, nunca mudaremos nada. Vamos só bater nossas cabeças contra um muro de tijolos. Isso não leva a lugar nenhum&#8221;.</p>
<p>E os Partidos Verdes europeus não mudaram apenas por descobrir a política de verdade, eles também modernizaram suas propostas, e cresceram &#8211; muito em alguns lugares, como a Alemanha. Nas últimas eleições para o Parlamento Europeu, o Partido Verde Europeu, grupo pan-europeu formado por partidos de diversas nacionalidades, conseguiu eleger 46 eurodeputados, liderados pela Alemanha, com 14 cadeiras, e a França, com 13, além de Áustria, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Grécia, Itália, Luxemburgo, Holanda, Espanha, Suécia e Reino Unido. A coligação formada com a Aliança Livre Europeia (EFA, na sigla em inglês) &#8211; um grupo de partidos que lutam por independência política, ou alguma forma de descentralização, de seu país ou região &#8211; e, mais recentemente, com o Partido Pirata sueco, possui 55 cadeiras, o que a torna a quarta maior força no Parlamento, atrás apenas da Aliança dos Liberais e Democratas pela Europa (84 deputados), da Aliança dos Socialistas e Democratas Progressistas (184 deputados), e do Partido Popular Europeu, um agrupamento partidário democrata cristão e conservador que possuiu a liderança do parlamento com 265 deputados.</p>
<p>Do ponto de vista da modernização das propostas, os Verdes foram a primeira força política europeia a defender a legalização do compartilhamento de arquivos pela internet. Em 2008, eles lançaram uma campanha destinada a esclarecer que downloads ilegais são diferentes de assaltos, afirmando que “fazer uma cópia é totalmente diferente de roubar”. Foi também a coligação Verdes-EFA que defendeu uma emenda contra a lei de reposta gradual, nome dado à legislação proposta pelo governo francês que previa o bloqueio de acesso à internet de qualquer usuário que supostamente tivesse violado direitos autorais depois de três notificações, sem direito de resposta. Depois que algumas mudanças comprometeram a proposta anti-reposta gradual, os Verdes reintroduziram o texto original da emenda, que acabou aprovada, onde se fala que o acesso à rede não pode ser cortado sem uma decisão judicial prévia.</p>
<p>A senadora Marina Silva, que saiu do PT depois de mais de 30 anos de militância, deve ser a candidata do PV à presidência da República no ano que vem. Em entrevista a ÉPOCA, ela afirma que sabe que os partidos precisam evoluir. &#8220;O modelo original do PV foram os partidos verdes europeus. Nesses países, as questões essenciais foram atendidas e fez-se uma luta de defesa do verde nos termos clássico&#8221;, disse. &#8220;Hoje, o principal desafio deles é a sustentabilidade. É preciso buscar uma ressignificação do PV, universal, em função da crise climática, sem deixar de dar respostas em todos os setores: economia, agricultura, energia, infraestrutura, ciência e inovação tecnológica&#8221;. E dentro do PV já há um início de modernidade: Gilberto Gil, defensor mundial da liberdade de informação, é filiado ao partido desde 1990, e já sinalizou que poderia ser candidato a vice em uma eventual chapa com Marina.</p>
<p>No Brasil, como no resto da América Latina e também na África, no Leste Europeu e em alguns outros países da Europa, os partido verdes ainda são partidos de pouca relevância. Alguns exemplos: o blogueiro português Miguel Caetano escreveu em seu blog que é uma &#8220;pena que em Portugal o Partido Ecologista os Verdes (PEV) seja um mero satélite do Partido Comunista Português&#8221;. Dariusz Szwed, líder do partido Zieloni 2004, fundado há 6 anos na Polônia (Zieloni é verde em polonês), disse em entrevista ao jornal holandês NRC Handelsblad que &#8220;tem sido uma longa marcha&#8221; para eles, um partido que nunca conseguiu eleger ninguém, &#8220;nem em nível nacional e nem em nível local&#8221;. Essas são duas realidades distintas: uma é a do partido antigo (o PEV português foi fundado em 1982) que não conseguiu crescer e se tornou apenas um coadjuvante na política nacional; a outra é a de partidos em que a democracia é relativamente recente, caso das nações que faziam parte da União Soviética &#8211; a atual república polonesa teve início em 1989.</p>
<p>O PV brasileiro foi fundado em 1986. O posto mais alto que algum membro do partido ocupou no governo brasileiro foi o de ministro da Cultura, cargo que pertenceu a Gilberto Gil durante cinco anos e meio. Embora Gil faça parte do PV há quase 20 anos, o Ministério foi lhe entregue muito mais por sua trajetória pessoal do que por qualquer mérito do partido. Outro expoente do PV é Fernando Gebeira, deputado federal pelo Rio de Janeiro, que quase foi eleito para a prefeitura do Rio no ano passado. Gabeira, ao contrário de Gil, já rejeitou uma possível posição de vice-candidato à presidência. &#8220;Não há a mínima possibilidade de eu ser vice&#8221;, disse a ÉPOCA. A última vez que o PV teve um candidato à Presidência da República foi em 1998, quando o escritor e jornalista Alfredo Hélio Syrkis ficou em sexto lugar, com 212 mil votos. Syrkis afirmou na época que se candidatou apenas para divulgar as ideias do partido. O PV deve ter ambições maiores que essa em relação à candidatura de Marina em 2010. A entrada da senadora na corrida eleitoral altera o cenário de uma disputa polarizada entre o governo (com a petista Dilma Rousseff) e a oposição (com o tucano José Serra).<br />
19/08/2009 &#8211; Atualizado em 19/08/2009 &#8211; 18:55</p>
<p>http://revistaepoca.globo.com/</p>
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		<title>Garoña, Los Verdes y Mónica</title>
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		<pubDate>Sat, 18 Jul 2009 22:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Eso esta chupado», cuentan que respondió Mónica a sus amigas en la fiesta en que celebraba su nuevo empleo como becaria de la Casa Blanca. En la casa de Blanco también conocida como Palacio de la Moncloa estos días se ha vivido un «déjà vu» respecto a las celebraciones de la victoria de Zapatero en las generales. La pregunta entonces era cómo cumplir las promesas y compromisos aparejados a aquel triunfo electoral en cuyo programa figuraba el cierre de la central nuclear de Garoña, la más antigua de las que prestan servicio en España. «Eso está chupado», pensaba de buena fe el presidente.<br />
Entre los argumentos que manejan los partidarios de seguir apostando por la energía nuclear hay dos argumentos fundamentales, es la energía más barata y además evita las emisiones de CO2 responsables del amenazante cambio climático.<br />
España es el único país del mundo en que la liberalización implica subida de precios; en efecto, la liberalización de la energía eléctrica vendrá acompañada de una subida de tarifas eléctricas que se sitúa en torno al dos por ciento. Y no es tan extraño porque ese mercado es en realidad un oligopolio, o mejor un &#8216;monopolio encubierto&#8217;. Por el contrario, la producción eléctrica en las renovables implica descentralización y dificulta la formación de monopolios.<br />
Algunas compañías eléctricas han descubierto con sorpresa que los consumidores están dispuestos a pagar un poco más si les garantizan que la energía eléctrica que consumen proviene de las llamadas fuentes renovables, lo que desmiente el argumento de que el precio barato de la energía sea fundamental a la hora de tomar una decisión pública y política de tal importancia como es la configuración de la estructura energética del país.<br />
Pero esas mismas compañías que se visten de verde y se gastan millones en promocionar una imagen ecológica exigida por sus clientes no renuncian, de ninguna manera, al negocio nuclear, incluso cuando las centrales estén amortizadas, sean obsoletas, antiguas, o porque sus continuas deficiencias como en Vandellós, Cofrentes o Garoña puedan dar la impresión de inseguras y dañar una imagen en la que invierten tantos recursos económicos.<br />
En cuanto a que las nucleares puedan contrarrestar el riesgo que representa el cambio climático, es algo así como sugerir que nuestro hijo juegue con una pistola y no con una navaja, con la sana intención de evitar que se pueda cortar las manos. Las nucleares no son seguras y los niños de Chernóbil que cada año reciben familias solidarias en la comunidad valenciana pueden dar fe de ello.<br />
Al final tanto los votantes como los consumidores tenemos la angustiosa sensación de haber perdido nuestra cartera, y no es sólo la pérdida &#8216;economicista&#8217; de nuestros menguados ingresos por el incremento de la factura eléctrica, es también y sobre todo la pérdida de equilibrio &#8216;económico&#8217; que en términos de ecología de los sistemas humanos y sociales representa la pérdida de confianza en nuestros políticos y en sus promesas.<br />
Nuestra democracia y el respeto a los valores constitucionales son, hay que recordarlo, lo único que permite a muchos conciudadanos en medio de graves dificultades económicas combatir la desesperación y seguir confiando que este país les va a ofrecer una oportunidad que garantice la solidaridad entre todos.<br />
El cumplimiento de los compromisos electorales equivale a recobrar el billetero en donde guardamos la base de nuestra identidad individual y colectiva, nuestro carnet de identidad que no es sólo un número fiscal sino sobre todo un compromiso de convivencia y respeto, mutuo.<br />
KRISTIEN LESAGE<br />
| LOS VERDES-GRUPO VERDE EUROPEO</p>
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