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	<title>Os Verdes &#187; &#8220;os verdes&#8221;</title>
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	<description>Os Verdes de Galicia</description>
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		<title>“Os Verdes” pedem esclarecimentos sobre zonas desfavorecidas</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 06:59:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p> </p>
<p>O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República um requerimento onde pede esclarecimentos ao Governo &#8211; através do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas &#8211; sobre os novos critérios propostos pela Comissão Europeia, no quadro da PAC, para definição de zonas desfavorecidas.
Um estudo da Comissão Europeia, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> <a href="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2010/02/Ana-Gonzalez-OV-GV-candidata-por-pontevedra.jpg"><img src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2010/02/Ana-Gonzalez-OV-GV-candidata-por-pontevedra.jpg" alt="" width="236" height="236" class="alignleft size-full wp-image-231" /></a></p>
<p>O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República um requerimento onde pede esclarecimentos ao Governo &#8211; através do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas &#8211; sobre os novos critérios propostos pela Comissão Europeia, no quadro da PAC, para definição de zonas desfavorecidas.<br />
Um estudo da Comissão Europeia, desenvolvido no quadro da reforma da Política Agrícola Comum (pós-2013), propôs um conjunto de novos critérios para definir as futuras zonas desfavorecidas intermédias.<br />
O PEV alerta para o facto de, no futuro, com a aplicação destes critérios, ficarem excluídas vastas áreas do território português onde se inclui o Alentejo.<br />
Os vários Estados-Membros tiveram até dia 21 de Janeiro para informar a Comissão sobre os resultados de aplicação dos critérios.<br />
Os Verdes querem saber “que avaliação foi apresentada à Comissão Europeia, no âmbito do posicionamento Governo português quanto à revisão das zonas desfavorecidas intermédias e aos novos critérios propostos” e se “foram apresentadas propostas alternativas à Comissão Europeia neste quadro e quais”. </p>
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		<title>Partido Verde alemão completa 30 anos</title>
		<link>http://www.osverdes.org/blog/2010/01/partido-verde-alemao-completa-30-anos/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 23:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
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		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>De facção de protesto a &#8216;establishment&#8217;: os verdes celebram na Alemanha três décadas de existência em defesa de causas como pacifismo, proteção ambiental e direito das mulheres.
O parlamentar grisalho Hans-Christian Ströbele, reeleito quatro vezes deputado no Parlamento alemão, ocupou sua cadeira pela primeira vez em 1985, como representante do Partido Verde.</p>
<p>&#8220;Na Alemanha, os verdes surgiram como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De facção de protesto a &#8216;establishment&#8217;: os verdes celebram na Alemanha três décadas de existência em defesa de causas como pacifismo, proteção ambiental e direito das mulheres.<br />
O parlamentar grisalho Hans-Christian Ströbele, reeleito quatro vezes deputado no Parlamento alemão, ocupou sua cadeira pela primeira vez em 1985, como representante do Partido Verde.</p>
<p>&#8220;Na Alemanha, os verdes surgiram como críticos do sistema partidário vigente. Eles não queriam ser como os outros e por isso criaram uma série de critérios formais. Pretendiam fazer algo substancialmente distinto dos outros e não queriam ser um partido no sentido tradicional do termo&#8221;, lembra Ströbele, hoje com 70 anos.</p>
<p>Ameaças armamentistas<br />
Cota para mulheres, a proibição de cargos partidários internos para deputados e uma direção divida por dois membros: essas eram algumas das novidades entre as diretrizes verdes.</p>
<p>No início de 1980, surgiu o Partido Verde alemão, composto por membros de diversas pequenas facções verdes e alternativas. Estava mais que na hora de isso acontecer, relembra Ströbele. &#8220;Havia inconveniências graves na sociedade. Havia a ameaça de destruição de todo o mundo pela corrida armamentista&#8221;, recorda ele.</p>
<p>Novos temas</p>
<p>Os partidos tradicionais não tinham interesse em discussões acerca de desarmamento, direitos para as mulheres ou proteção ambiental – todos temas novos para a época. Num antigo spot publicitário de 1980, uma criança e um idoso conversam à beira de um rio: &#8220;Papai, por que os peixes estão mortos?&#8221;, obtendo a resposta: &#8220;Porque a indústria envenenou a água do rio Reno&#8221;. &#8220;E quem contou isso?&#8221;, pergunta o menino. &#8220;Os verdes&#8221;, termina o spot.</p>
<p>Nas eleições parlamentares de 1980, os verdes conseguiram 1,5% dos votos. Três anos mais tarde, já atingiam 5,6% dos votos, ultrapassando a marca dos 5% necessária para ingressarem no Bundestag.</p>
<p>Petra Kelly, parlamentar recém-eleita ne época, nomeava as metas dos movimentos de protesto pelos quais lutava: &#8220;Para mim, é uma forma de compromisso com o movimento o fato de agora estarmos ocupando cadeiras no Parlamento. Nunca iremos trair essas esperanças. Essa é uma promessa que faço pessoalmente a vocês&#8221;, afirmava Kelly.</p>
<p>Aparência diferente<br />
A desconfiança em relação a instituições democráticas era forte entre os eleitores. Talvez exatamente por isso os parlamentares verdes tivessem a necessidade de demonstrar o quão distintos eram, como lembra Ströbele: &#8220;Com ramos verdes, uma aparência totalmente diferente e, o que era mais importante ainda, com conteúdos muito distintos em seus discursos&#8221;.</p>
<p>Naquele momento, os verdes ainda não precisavam sujar as mãos na atuação governamental; simplesmente impulsionavam as discussões políticas do país através de seu trabalho de oposição. Outros partidos como CDU, FDP e SPD começaram a se ver obrigados a pensar sobre temas &#8220;verdes&#8221;. Foi quando, em 1985, o partido passou a compor um governo estadual, em Hessen, e Joschka Fischer se tornou secretário estadual do Meio Ambiente.</p>
<p>Calçando um tênis e vestindo um blazer informal na hora da posse, ele passou a ser chamado de &#8220;ministro alternativo de tênis&#8221;. No entanto, foi exatamente Fischer que, ao longo dos próximos anos, tentaria pragmaticamente ajustar o partido às exigências da política. Ou seja, Fischer fazia parte da ala dos &#8220;realos&#8221; dentro do partido, que acabou por suplantar a oposição interna dos mais ortodoxos ou fundamentalistas, ou seja, os &#8220;fundis&#8221;.</p>
<p>No governo</p>
<p>O próximo passo foi dado em 1998, quando os verdes passaram pela primeira vez a formar, junto com o SPD,  uma coalizão de governo em nível federal. Fischer se tornou ministro do Exterior e teve que arcar com a responsabilidade sobre a participação da Alemanha na Guerra do Kosovo.</p>
<p>Em 1999, essa postura gerou tumultos na convenção do partido, realizada em Bielefeld. &#8220;Eu já estava esperando. Quem está falando aqui é um defensor da guerra, não é mesmo, e Milosevic vocês sugerem para receber o Prêmio Nobel da Paz&#8221;, ironizou Fischer na época.</p>
<p>Ações polêmicas<br />
O envio de tropas alemãs ao Afeganistão foi outra ação que se deu sob responsabilidade dos verdes no governo. &#8220;O que foi feito de nossas convicções?&#8221;, perguntavam-se muitos no partido. Mesmo com um ministro verde do Meio Ambiente, na época Jürgen Trittin, as usinas nucleares do país se mantiveram em pleno funcionamento.</p>
<p>No entanto, a coalizão verde-social-democrata acertou com os fornecedores de energia uma diminuição gradual da produção de energia nuclear, incentivando pela primeira vez energias renováveis. &#8220;Acreditamos que, de preferência junto com o empresariado, será possível minimizar os riscos do uso de energia atômica, também em combinação com os acertos sobre o prazo de funcionamento das usinas&#8221;, afirmava Trittin.</p>
<p>Terno e gravata</p>
<p>O parlamentar Christian Ströbele, que se recorda do mal-estar dentro do partido naquele momento, lamenta que os verdes tenham abdicado de várias posições mais radicais. O partido foi se estabelecendo e hoje seus políticos trajam terno e gravata, como os de outros partidos.</p>
<p>Nas últimas eleições parlamentares, contudo, os verdes ultrapassaram os 10% dos votos de todo o país. &#8220;Nossos redutos são, por exemplo, regiões metropolitanas como Berlim, onde já não se questiona mais se os verdes vão ser algum dia um partido popular; aqui eles são simplesmente a facção mais forte&#8221;, celebra Ströbele.</p>
<p>Autor: Heiner Kiesel (sv)</p>
<p>Revisão: Simone Lopes<br />
Fonte :http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5124180,00.html<a href="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/bundnis90_grunen.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-216" src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2010/01/bundnis90_grunen-300x173.gif" alt="" width="300" height="173" /></a></p>
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		<title>Alakrana: Os Verdes están chamando para un cambio na política de pesca Alakrana: piden un cambio en la política pesquera </title>
		<link>http://www.osverdes.org/blog/2009/11/alakrana-os-verdes-estan-chamando-para-un-cambio-na-politica-de-pesca/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:20:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
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		<category><![CDATA["mariñeiros Alakrana"]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>
</p>
<p> Alakrana: Os Verdes están chamando para un cambio na política de pesca dos países do Norte e levar a cuestión ao Parlamento Europeo.</p>
<p>Os Verdes manifestaron a súa satisfacción polo desenlace do secuestro da familia de mariñeiros e felicitou por iso que rompe longos días de tensión. Organización Ecopacifista, o Libro Verde da Coordinadora non comparte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:GL-->
</p>
<p> Alakrana: Os Verdes están chamando para un cambio na política de pesca dos países do Norte e levar a cuestión ao Parlamento Europeo.</p>
<p>Os Verdes manifestaron a súa satisfacción polo desenlace do secuestro da familia de mariñeiros e felicitou por iso que rompe longos días de tensión. Organización Ecopacifista, o Libro Verde da Coordinadora non comparte de maneira algunha o uso de secuestro e coacción exercida por piratas somalís. Mentres tanto, na perigosa escalada militar propostos polos gobernos español e europeo, a unha seria reflexión sobre o exceso de pesca no Océano Índico provocou unha diminución drástica dos seus recursos naturais e aumento da pobreza, especialmente nun estado falido como a Somalia. Colla o problema a través do Grupo Verde Europeo no Parlamento Europeo.</p>
<p>En opinión do grupo ambientalista preocupado co estado dos mariñeiros, agora felizmente resolto, non debe obscurecer a situación que pasou despercibido de todo este tempo de privación e degradación ambiental dos océanos e dos recursos pesca en xeral e da rexión do Océano Índico, en particular.</p>
<p>Porta-voz da Coordenadora Sonia afirma Nettle Verde, &#8220;A comunidade internacional de acordo coa súa pasividade sobre a repartición de Somalia como Estado e do sufrimento do seu pobo. En realidade, estas poboacións de peixes locais dependen para a súa subsistencia, pero sofren a perda de recursos de traballo para os buques estranxeiros. Pedimos á Unión Europea e España se aplica o concepto de coherencia, que contén as políticas de cooperación para o desenvolvemento. Así, non só pedir que extender os recursos da Axuda Oficial ao Desenvolvemento (APD) pero tamén, e esencialmente que todas as políticas europeas de desenvolvemento, estatais ou rexionais están na mesma liña de fomentar &#8220;o desenvolvemento humano sostible.&#8221; políticas de pesca e comercio europeo (como a Política Común dos Caladoiros en revisión) Español e non debe comprometer a capacidade de proporcionar un medio de subsistencia para os pobos de ambos os países ribeireños como a outros países legal peixe nesas augas. Se non, non é pesimista para prever un colapso das capturas a conflitos mundiais e aumentar o control sobre os recursos naturais e por mor do aumento da pobreza &#8220;.</p>
<p>Para o coportavoz Coordinadora Berdeak-Verde e Florent Marcellesi Verdes &#8220;, despois a alegría que nos trouxo a liberación dos mariñeiros, é hora de analizar se ademais da violencia causada polos piratas hai outros tipos de violencia estrutural, países do Norte. Noutras palabras, o exceso de pesca que infrinxe os acordos internacionais que promoven a pesca sostible causando irregular na pesca que xa están a desaparecer, como a Comisión do Atún do Océano Índico (IOTC). Aproveitando a ausencia virtual do Estado somalí e tendo esgotado seus propios recursos, as flotas europeas e Español enviar os seus barcos para a súa pesca excesiva na diminución dos recursos haliêuticos. Nun espírito ecolóxico deneocolonialismo denunciar, facelo apoiado nas súas forzas armadas e mercenarios. No entanto, o medio de solución de longo prazo ignora permitir máis armas e seguridade de pesca, pero para resolver a situación de pobreza na rexión ea degradación ambiental dos mares e os seus recursos. &#8220;</p>
<p>Por danos case irreversíbeis feito para a pesca do atún do Pacífico e Atlántico (cuxo número é o 15% respecto aos niveis pre-industriais) non é trasladado para o Océano Índico e faise posible Norte-Sur Xustiza Ambiental, a Green Coordinador chamados a reflexionar sobre a importancia da pesca para a seguridade e soberanía alimentaria de moitos millóns de persoas de países do Sur e a necesidade de ir para a pesca sostible (curto-circuítos de produción e consumo, a pesca sostible ecolóxica independente de etiquetaxe, artes de pesca tradicionais, etc.) principalmente no Norte. O coordinador levará a cuestión ao verde do Parlamento Europeo a través do Verde Grupo Europeo para a Unión Europea é capaz de xirar en torno da Política Comum de Pescas e, finalmente, aplicar o principio de coherencia das políticas de desenvolvemento.</p>
<p>Por último, o Director Verde considera necesarias para reflectir a enorme derroche de recursos públicos fixo con toda a operación con unha chamada á acción xeneralizada responsable da flota de pesca, para encaixar especialmente no actual marco político e non poñer de volta en perigo a un goberno, diplomacia e un sistema xudicial financiada a partir dos esforzos de todos. </p>
</p>
<p><!--:--><!--:es--><img class="aligncenter size-full wp-image-202" src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2009/11/resizephp2.jpg" alt="resizephp2" width="350" height="233" /></p>
<p>Alakrana: Os Verdes están chamando para un cambio na política de pesca dos países do Norte e levar a cuestión ao Parlamento Europeo.</p>
<p>Os Verdes manifestaron a súa satisfacción polo desenlace do secuestro da familia de mariñeiros e felicitou por iso que rompe longos días de tensión. Organización Ecopacifista, o Libro Verde da Coordinadora non comparte de maneira algunha o uso de secuestro e coacción exercida por piratas somalís. Mentres tanto, na perigosa escalada militar propostos polos gobernos español e europeo, a unha seria reflexión sobre o exceso de pesca no Océano Índico provocou unha diminución drástica dos seus recursos naturais e aumento da pobreza, especialmente nun estado falido como a Somalia. Colla o problema a través do Grupo Verde Europeo no Parlamento Europeo.</p>
<p>En opinión do grupo ambientalista preocupado co estado dos mariñeiros, agora felizmente resolto, non debe obscurecer a situación que pasou despercibido de todo este tempo de privación e degradación ambiental dos océanos e dos recursos pesca en xeral e da rexión do Océano Índico, en particular.</p>
<p>Porta-voz da Coordenadora Sonia afirma Nettle Verde, &#8220;A comunidade internacional de acordo coa súa pasividade sobre a repartición de Somalia como Estado e do sufrimento do seu pobo. En realidade, estas poboacións de peixes locais dependen para a súa subsistencia, pero sofren a perda de recursos de traballo para os buques estranxeiros. Pedimos á Unión Europea e España se aplica o concepto de coherencia, que contén as políticas de cooperación para o desenvolvemento. Así, non só pedir que extender os recursos da Axuda Oficial ao Desenvolvemento (APD) pero tamén, e esencialmente que todas as políticas europeas de desenvolvemento, estatais ou rexionais están na mesma liña de fomentar &#8220;o desenvolvemento humano sostible.&#8221; políticas de pesca e comercio europeo (como a Política Común dos Caladoiros en revisión) Español e non debe comprometer a capacidade de proporcionar un medio de subsistencia para os pobos de ambos os países ribeireños como a outros países legal peixe nesas augas. Se non, non é pesimista para prever un colapso das capturas a conflitos mundiais e aumentar o control sobre os recursos naturais e por mor do aumento da pobreza &#8220;.</p>
<p>Para o coportavoz Coordinadora Verde e Florent Marcellesi  &#8221; despois a alegría que nos trouxo a liberación dos mariñeiros, é hora de analizar se ademais da violencia causada polos piratas hai outros tipos de violencia estrutural, países do Norte. Noutras palabras, o exceso de pesca que infrinxe os acordos internacionais que promoven a pesca sostible causando irregular na pesca que xa están a desaparecer, como a Comisión do Atún do Océano Índico (IOTC). Aproveitando a ausencia virtual do Estado somalí e tendo esgotado seus propios recursos, as flotas europeas e Español enviar os seus barcos para a súa pesca excesiva na diminución dos recursos haliêuticos. Nun espírito ecolóxico deneocolonialismo denunciar, facelo apoiado nas súas forzas armadas e mercenarios. No entanto, o medio de solución de longo prazo ignora permitir máis armas e seguridade de pesca, pero para resolver a situación de pobreza na rexión ea degradación ambiental dos mares e os seus recursos. &#8221;</p>
<p>Por danos case irreversíbeis feito para a pesca do atún do Pacífico e Atlántico (cuxo número é o 15% respecto aos niveis pre-industriais) non é trasladado para o Océano Índico e faise posible Norte-Sur Xustiza Ambiental, a Green Coordinador chamados a reflexionar sobre a importancia da pesca para a seguridade e soberanía alimentaria de moitos millóns de persoas de países do Sur e a necesidade de ir para a pesca sostible (curto-circuítos de produción e consumo, a pesca sostible ecolóxica independente de etiquetaxe, artes de pesca tradicionais, etc.) principalmente no Norte. O coordinador levará a cuestión ao verde do Parlamento Europeo a través do Verde Grupo Europeo para a Unión Europea é capaz de xirar en torno da Política Comum de Pescas e, finalmente, aplicar o principio de coherencia das políticas de desenvolvemento.</p>
<p>Por último, o Director Verde considera necesarias para reflectir a enorme derroche de recursos públicos fixo con toda a operación con unha chamada á acción xeneralizada responsable da flota de pesca, para encaixar especialmente no actual marco político e non poñer de volta en perigo a un goberno, diplomacia e un sistema xudicial financiada a partir dos esforzos de todos.<!--:--></p>
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		<title>Heloísa Apolónia eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal lider da bancada</title>
		<link>http://www.osverdes.org/blog/2009/10/heloisa-apolonia-eleita-pelo-circulo-eleitoral-de-setubal-lider-da-bancada/</link>
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		<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 13:46:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
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		<category><![CDATA["Grupo Parlamentar "]]></category>
		<category><![CDATA["Heloisa Apolonia"]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Tomaram hoje posse, na Assembleia da República, os dois Deputados que constituem o Grupo Parlamentar “Os Verdes”: Heloísa Apolónia, eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal, que assumiu a liderança da bancada, e José Luís Ferreira, eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa.</p>
<p>Heloísa Apolónia é deputada na Assembleia Municipal da Moita.</p>
<p>Heloísa Apolónia, 40 anos, jurista, eleita pelo círculo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tomaram hoje posse, na Assembleia da República, os dois Deputados que constituem o Grupo Parlamentar “Os Verdes”: Heloísa Apolónia, eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal, que assumiu a liderança da bancada, e José Luís Ferreira, eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa.</p>
<p>Heloísa Apolónia é deputada na Assembleia Municipal da Moita.</p>
<p>Heloísa Apolónia, 40 anos, jurista, eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal, assumirá a liderança da bancada parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes”. É membro da Comissão Executiva e do Conselho Nacional de “Os Verdes”.</p>
<p>José Luís Ferreira, 47 anos, jurista, eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa. É eleito na Assembleia Municipal de Lisboa e na Assembleia Metropolitana de Lisboa. É membro da Comissão Executiva e do Conselho Nacional de “Os Verdes”.</p>
<p>&#8220;O Grupo Parlamentar “Os Verdes” (composto por um homem e uma mulher) reafirma o seu total empenho em garantir soluções ambientais e de estabilidade económica e social do país através do seu trabalho parlamentar.&#8221; &#8211; sublinham.</p>
<p>Fonte: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=23272&amp;mostra=2</p>
<p><a href='http://www.youtube.com/watch?v=qcTsEADtufc'>watch?v=qcTsEADtufc</a></p>
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		<title>“Os Verdes” analisam resultados eleitorais das eleições autárquicas</title>
		<link>http://www.osverdes.org/blog/2009/10/%e2%80%9cos-verdes%e2%80%9d-analisam-resultados-eleitorais-das-eleicoes-autarquicas/</link>
		<comments>http://www.osverdes.org/blog/2009/10/%e2%80%9cos-verdes%e2%80%9d-analisam-resultados-eleitorais-das-eleicoes-autarquicas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 10:48:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA["municipales portugal"]]></category>
		<category><![CDATA["municipales portuguesas"]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>watch?v=b-auNbfle9s</p>
<p>“Os Verdes” analisam resultados eleitorais</p>
<p>A Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”, reunida hoje, apreciou os resultados das eleições autárquicas que tiveram lugar ontem, dia 11 de Outubro, por todo o país elegendo democraticamente os membros dos órgãos do poder local que tão importante papel desempenham na Democracia portuguesa, sobretudo pela proximidade que têm à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://www.youtube.com/watch?v=b-auNbfle9s'>watch?v=b-auNbfle9s</a></p>
<p>“Os Verdes” analisam resultados eleitorais</p>
<p>A Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes”, reunida hoje, apreciou os resultados das eleições autárquicas que tiveram lugar ontem, dia 11 de Outubro, por todo o país elegendo democraticamente os membros dos órgãos do poder local que tão importante papel desempenham na Democracia portuguesa, sobretudo pela proximidade que têm à vida e interesses das populações.</p>
<p>Como factos positivos para a CDU, coligação que “Os Verdes” integram, registamos, desde logo, a manutenção da CDU como 3ª força política nacional a nível autárquico e como a grande força de esquerda imprescindível à Democracia portuguesa, bem como as três novas Câmaras conquistadas nestas eleições: Alpiarça, Alvito e Crato.</p>
<p>A CDU viu ainda consolidada a sua posição em muitos municípios onde já era maioria, designadamente no distrito de Setúbal, confirmando-se como primeira força politica na Área Metropolitana de Lisboa, e conseguiu manter lugares importantes na oposição que nos permitirão agir como garantes da transparência e voz activa da esquerda na defesa dos interesses das populações, nomeadamente nas Câmaras de Lisboa e Porto.</p>
<p>Como factos negativos registamos naturalmente a perda de eleitos, assim como a presidência em algumas Câmaras, embora nem sempre de forma democraticamente leal, como foi, aparentemente, o caso do município de Beja.</p>
<p>Contudo, neste momento, importa reafirmar que, independentemente de estarmos em maioria ou em minoria, os eleitos de “Os Verdes” nas autarquias serão sempre parte activa na resolução dos problemas ambientais e sociais das populações e uma voz permanente na proposta e na defesa de soluções para uma vida melhor.</p>
<p>A Comissão Executiva Nacional saúda vivamente todos os candidatos, militantes e activistas do Partido Ecologista “Os Verdes”, bem como do Partido Comunista Português, da Intervenção Democrática e os muitos independentes que, por todo o país, tiveram a seu cargo, com o sacrifício do seu tempo pessoal e familiar, fazer da campanha da CDU uma realidade sólida, levando as propostas de cada lista e os princípios do trabalho, da honestidade e da competência até aos eleitores.</p>
<p>Lisboa, 12 de Outubro de 2009</p>
<p>Comissão Executiva Nacional</p>
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		<title>Domingo 11 de octubre.Municipales en Portugal.</title>
		<link>http://www.osverdes.org/blog/2009/10/domingo-11-de-octubremunicipales-en-portugal/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 22:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA["autarquias verdes"]]></category>
		<category><![CDATA["municipales en portugal"]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>MANIFESTO “VERDE” &#8211; AUTARQUIAS 2009</p>
<p> watch?v=ddVDaWiLDAk</p>
<p>As autarquias são, inquestionavelmente, e depois do 25 de Abril de 1974, os órgãos do Poder mais próximos das populações e são também o espaço privilegiado para se promover e poder afirmar a verdadeira democracia participativa.
Intervir localmente para actuar socialmente, é o caminho para um futuro mais humanizado e a forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MANIFESTO “VERDE” &#8211; AUTARQUIAS 2009</p>
<p> <a href='http://www.youtube.com/watch?v=ddVDaWiLDAk'>watch?v=ddVDaWiLDAk</a></p>
<p>As autarquias são, inquestionavelmente, e depois do 25 de Abril de 1974, os órgãos do Poder mais próximos das populações e são também o espaço privilegiado para se promover e poder afirmar a verdadeira democracia participativa.<br />
Intervir localmente para actuar socialmente, é o caminho para um futuro mais humanizado e a forma de fomentar e ajudar a consolidar uma sociedade mais harmoniosa e solidária.<br />
Incentivar a participação e o envolvimento das populações e das suas organizações nas tomadas de decisão, garantindo-lhes o fácil acesso à informação e promovendo a descentralização aos mais diversos níveis, mobiliza eleitos e eleitores na defesa dos interesses locais e torna-se decisivo para a resolução dos problemas.</p>
<p>Os eleitos “Verdes” nas autarquias assumem o compromisso de intervir, com todo o seu empenho, na protecção do ambiente, na luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres, no respeito pela diferença, no apoio aos idosos e aos mais carenciados, com o objectivo de promover um verdadeiro desenvolvimento sustentável e contribuir para um mundo mais justo e sem exclusão.</p>
<p>Os “Verdes” concorrem às eleições autárquicas de 2009 integrados na CDU – Coligação Democrática Unitária.</p>
<p>A CDU prestigia o Poder Local porque os eleitos da CDU nas autarquias contribuem de forma decisiva para uma gestão rigorosa, transparente e competente.</p>
<p>Da nossa intervenção futura relevamos algumas áreas e alguns dos nossos compromissos:</p>
<p>Ambiente</p>
<p> Promoveremos a educação para o ambiente, a informação e a sensibilização das populações, intervindo em especial junto das escolas.<br />
 Defenderemos a conservação e preservação do património natural, cultural e arquitectónico, bem como da biodiversidade e dos recursos naturais.<br />
 Incentivaremos a recolha selectiva de resíduos e a sua posterior reutilização e reciclagem. </p>
<p>Mobilidade e transportes</p>
<p> Fomentaremos a utilização do transporte público como meio preferencial de deslocação e pugnaremos pela sua eficácia.<br />
 Promoveremos a utilização da bicicleta e de outras formas de mobilidade suave e apoiaremos a criação de mais pistas cicláveis.</p>
<p>Água</p>
<p> Consideramos a água como um bem público a que todos devem ter igualdade no acesso. Por isso, e porque não aceitamos que a água seja tratada como uma mercadoria, defenderemos intransigentemente a Gestão Pública dos serviços de captação e abastecimento de água, bem como do tratamento das águas residuais.<br />
 Consideramos fundamental o combate aos desperdícios e o desenvolvimento de sistemas de reutilização das águas tratadas e de aproveitamento das águas pluviais.<br />
 Combateremos a poluição dos nossos rios e ribeiras e zelaremos pelo funcionamento eficaz das estações de tratamento de águas residuais ( ETARs ).</p>
<p>Energia</p>
<p> Incentivaremos e apoiaremos todas as iniciativas e todos os projectos que promovam a poupança de energia e a eficiência energética.<br />
 Apoiaremos todas as acções de informação e sensibilização para a poupança.<br />
 Apoiaremos o recurso a mais e novas fontes de energia renovável.<br />
 Rejeitaremos liminarmente a produção de energia nuclear e a instalação em todo o território nacional ou junto às nossas fronteiras de qualquer depósito de resíduos nucleares.</p>
<p>Alimentação</p>
<p> Apoiaremos a produção local e familiar, e em particular a vertente biológica, como forma de desenvolvimento das economias locais.<br />
 Recusaremos a produção de Organismos Geneticamente Modificados e defenderemos que em todos os serviços públicos sob responsabilidade municipal, nomeadamente nas escolas, não sejam servidos alimentos que contenham OGMs.</p>
<p>Social</p>
<p> Defenderemos nas autarquias uma escola pública de qualidade e pugnaremos por um melhor ensino público.<br />
 Pugnaremos por um acesso universal aos cuidados médicos de saúde e por um melhor funcionamento do Serviço Nacional de Saúde.<br />
 Promoveremos o apoio às populações mais carenciadas e a criação de serviços de apoio à população mais idosa.<br />
 Rejeitaremos todo e qualquer tipo de exclusão.<br />
Incentivaremos a prática desportiva e outras expressões de índole cultural.<br />
 Estimularemos a criação de novos empregos.</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p>Cabeças de Lista de “Os Verdes” nas listas da CDU para as autarquias Locais</p>
<p>AÇORES</p>
<p>Vila do Porto<br />
Câmara Municipal</p>
<p>Daniel Gonçalves<br />
34 Anos (Professor)</p>
<p>Assembleia Municipal da Lagoa<br />
António Resende<br />
52 Anos, Funcionamento Público</p>
<p>Ponta Delgada<br />
Assembleia de Freguesia de S. Sebastião<br />
Ana Penteado<br />
27 Anos, Bióloga</p>
<p>AVEIRO</p>
<p>Câmara Municipal de<br />
Santa Maria da Feira<br />
Antero Resende<br />
48 Anos (Professor)</p>
<p>Anadia<br />
Assembleia de Freguesia de Arcos<br />
Fátima Flores<br />
61 Anos, Professora</p>
<p>BRAGA<br />
Vila Verde<br />
Câmara Municipal</p>
<p>Luís Manuel Silva<br />
49 Anos, Professor</p>
<p>ÉVORA<br />
Borba<br />
Assembleia de Freguesia de Rio de Moinhos<br />
José Manuel Barroso<br />
43 Anos, Operário</p>
<p>FARO<br />
Silves<br />
Assembleia de Freguesia de Armação Pêra</p>
<p>Patrícia Fernandes<br />
30 Anos, Técnica Animação Sócio-Cultural</p>
<p>LEIRIA</p>
<p>Alvaiázere<br />
Câmara Municipal<br />
João Forte<br />
30 Anos (Geólogo)</p>
<p>Assembleia Municipal de Alvaiázere<br />
Catarina Silveiro</p>
<p>Assembleia de Freguesia de Alvaiázere<br />
Tânia Simões<br />
20 Anos – Estudante do Superior</p>
<p>PORTO</p>
<p>Maia<br />
Assembleia de Freguesia de V. Nova da Telha<br />
Júlio Campos<br />
56 Anos, Médico</p>
<p>Maia<br />
Assembleia de Freguesia da Moreira<br />
Manuel lobão<br />
39 Anos, Analista Programador</p>
<p>V.N.Gaia<br />
Assembleia de Freguesia de Gulpilhares<br />
José Loureiro<br />
36 Anos, Lic. Em Relações Internacionais</p>
<p>VILA REAL</p>
<p>Vila Real<br />
Assembleia de Freguesia de Vila Marim<br />
Ana Paula Simões<br />
41 Anos, Finalista Direito</p>
<p>Vila Pouca de Aguiar<br />
Assembleia de Freguesia de Bornes de Aguiar<br />
Micaela Baptista<br />
34 Anos, Cabeleireira</p>
<p>VISEU</p>
<p>Câmara Municipal de<br />
Castro de Aire</p>
<p>Isabel Pires Souto<br />
39 Anos, Professora</p>
<p>Oliveira de Frades<br />
Câmara Municipal</p>
<p>Miguel Martins<br />
30 Anos, Geógrafo </p>
<p>Assembleia Municipal de Oliveira de Frades<br />
Susana Ribeiro  (Independente)<br />
30 Anos, Administrativa</p>
<p>Oliveira de.Frades<br />
Assembleia de Freguesia de Arcozelo das Maias<br />
Luís Manuel Ferreira (Independente)<br />
27 Anos, Operário Fabril</p>
<p>Oliveira de Frades<br />
Assembleia de Freguesia de Oliveira de Frades<br />
João Pereira Tavares (Independente)<br />
36 anos, Encarregado metalúrgica</p>
<p>Oliveira de Frades<br />
Assembleia de Freguesia de Pinheiro<br />
Paulo Jorge Lopes (Independente)<br />
39 Anos, Comerciante</p>
<p>Oliveira de Frades<br />
Assembleia de Freguesia de Ribeiradio<br />
Aires Miguel Marques<br />
24 Anos, Soldador</p>
<p>Fonte, http://www.osverdes.pt/index01.html</p>
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		<item>
		<title>Domingo 11 de octubre.Municipales en Portugal.</title>
		<link>http://www.osverdes.org/blog/2009/10/domingo-11-de-octubremunicipales-en-portugal-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2009 22:17:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA["autarquias verdes"]]></category>
		<category><![CDATA["municipales en portugal"]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>MANIFESTO “VERDE” &#8211; AUTARQUIAS 2009</p>
<p> watch?v=ddVDaWiLDAk</p>
<p>As autarquias são, inquestionavelmente, e depois do 25 de Abril de 1974, os órgãos do Poder mais próximos das populações e são também o espaço privilegiado para se promover e poder afirmar a verdadeira democracia participativa.
Intervir localmente para actuar socialmente, é o caminho para um futuro mais humanizado e a forma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>MANIFESTO “VERDE” &#8211; AUTARQUIAS 2009</p>
<p> <a href='http://www.youtube.com/watch?v=ddVDaWiLDAk'>watch?v=ddVDaWiLDAk</a></p>
<p>As autarquias são, inquestionavelmente, e depois do 25 de Abril de 1974, os órgãos do Poder mais próximos das populações e são também o espaço privilegiado para se promover e poder afirmar a verdadeira democracia participativa.<br />
Intervir localmente para actuar socialmente, é o caminho para um futuro mais humanizado e a forma de fomentar e ajudar a consolidar uma sociedade mais harmoniosa e solidária.<br />
Incentivar a participação e o envolvimento das populações e das suas organizações nas tomadas de decisão, garantindo-lhes o fácil acesso à informação e promovendo a descentralização aos mais diversos níveis, mobiliza eleitos e eleitores na defesa dos interesses locais e torna-se decisivo para a resolução dos problemas.</p>
<p>Os eleitos “Verdes” nas autarquias assumem o compromisso de intervir, com todo o seu empenho, na protecção do ambiente, na luta pela igualdade de direitos entre homens e mulheres, no respeito pela diferença, no apoio aos idosos e aos mais carenciados, com o objectivo de promover um verdadeiro desenvolvimento sustentável e contribuir para um mundo mais justo e sem exclusão.</p>
<p>Os “Verdes” concorrem às eleições autárquicas de 2009 integrados na CDU – Coligação Democrática Unitária.</p>
<p>A CDU prestigia o Poder Local porque os eleitos da CDU nas autarquias contribuem de forma decisiva para uma gestão rigorosa, transparente e competente.</p>
<p>Da nossa intervenção futura relevamos algumas áreas e alguns dos nossos compromissos:</p>
<p>Ambiente</p>
<p> Promoveremos a educação para o ambiente, a informação e a sensibilização das populações, intervindo em especial junto das escolas.<br />
 Defenderemos a conservação e preservação do património natural, cultural e arquitectónico, bem como da biodiversidade e dos recursos naturais.<br />
 Incentivaremos a recolha selectiva de resíduos e a sua posterior reutilização e reciclagem. </p>
<p>Mobilidade e transportes</p>
<p> Fomentaremos a utilização do transporte público como meio preferencial de deslocação e pugnaremos pela sua eficácia.<br />
 Promoveremos a utilização da bicicleta e de outras formas de mobilidade suave e apoiaremos a criação de mais pistas cicláveis.</p>
<p>Água</p>
<p> Consideramos a água como um bem público a que todos devem ter igualdade no acesso. Por isso, e porque não aceitamos que a água seja tratada como uma mercadoria, defenderemos intransigentemente a Gestão Pública dos serviços de captação e abastecimento de água, bem como do tratamento das águas residuais.<br />
 Consideramos fundamental o combate aos desperdícios e o desenvolvimento de sistemas de reutilização das águas tratadas e de aproveitamento das águas pluviais.<br />
 Combateremos a poluição dos nossos rios e ribeiras e zelaremos pelo funcionamento eficaz das estações de tratamento de águas residuais ( ETARs ).</p>
<p>Energia</p>
<p> Incentivaremos e apoiaremos todas as iniciativas e todos os projectos que promovam a poupança de energia e a eficiência energética.<br />
 Apoiaremos todas as acções de informação e sensibilização para a poupança.<br />
 Apoiaremos o recurso a mais e novas fontes de energia renovável.<br />
 Rejeitaremos liminarmente a produção de energia nuclear e a instalação em todo o território nacional ou junto às nossas fronteiras de qualquer depósito de resíduos nucleares.</p>
<p>Alimentação</p>
<p> Apoiaremos a produção local e familiar, e em particular a vertente biológica, como forma de desenvolvimento das economias locais.<br />
 Recusaremos a produção de Organismos Geneticamente Modificados e defenderemos que em todos os serviços públicos sob responsabilidade municipal, nomeadamente nas escolas, não sejam servidos alimentos que contenham OGMs.</p>
<p>Social</p>
<p> Defenderemos nas autarquias uma escola pública de qualidade e pugnaremos por um melhor ensino público.<br />
 Pugnaremos por um acesso universal aos cuidados médicos de saúde e por um melhor funcionamento do Serviço Nacional de Saúde.<br />
 Promoveremos o apoio às populações mais carenciadas e a criação de serviços de apoio à população mais idosa.<br />
 Rejeitaremos todo e qualquer tipo de exclusão.<br />
Incentivaremos a prática desportiva e outras expressões de índole cultural.<br />
 Estimularemos a criação de novos empregos.</p>
<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
<p>Cabeças de Lista de “Os Verdes” nas listas da CDU para as autarquias Locais</p>
<p>AÇORES</p>
<p>Vila do Porto<br />
Câmara Municipal</p>
<p>Daniel Gonçalves<br />
34 Anos (Professor)</p>
<p>Assembleia Municipal da Lagoa<br />
António Resende<br />
52 Anos, Funcionamento Público</p>
<p>Ponta Delgada<br />
Assembleia de Freguesia de S. Sebastião<br />
Ana Penteado<br />
27 Anos, Bióloga</p>
<p>AVEIRO</p>
<p>Câmara Municipal de<br />
Santa Maria da Feira<br />
Antero Resende<br />
48 Anos (Professor)</p>
<p>Anadia<br />
Assembleia de Freguesia de Arcos<br />
Fátima Flores<br />
61 Anos, Professora</p>
<p>BRAGA<br />
Vila Verde<br />
Câmara Municipal</p>
<p>Luís Manuel Silva<br />
49 Anos, Professor</p>
<p>ÉVORA<br />
Borba<br />
Assembleia de Freguesia de Rio de Moinhos<br />
José Manuel Barroso<br />
43 Anos, Operário</p>
<p>FARO<br />
Silves<br />
Assembleia de Freguesia de Armação Pêra</p>
<p>Patrícia Fernandes<br />
30 Anos, Técnica Animação Sócio-Cultural</p>
<p>LEIRIA</p>
<p>Alvaiázere<br />
Câmara Municipal<br />
João Forte<br />
30 Anos (Geólogo)</p>
<p>Assembleia Municipal de Alvaiázere<br />
Catarina Silveiro</p>
<p>Assembleia de Freguesia de Alvaiázere<br />
Tânia Simões<br />
20 Anos – Estudante do Superior</p>
<p>PORTO</p>
<p>Maia<br />
Assembleia de Freguesia de V. Nova da Telha<br />
Júlio Campos<br />
56 Anos, Médico</p>
<p>Maia<br />
Assembleia de Freguesia da Moreira<br />
Manuel lobão<br />
39 Anos, Analista Programador</p>
<p>V.N.Gaia<br />
Assembleia de Freguesia de Gulpilhares<br />
José Loureiro<br />
36 Anos, Lic. Em Relações Internacionais</p>
<p>VILA REAL</p>
<p>Vila Real<br />
Assembleia de Freguesia de Vila Marim<br />
Ana Paula Simões<br />
41 Anos, Finalista Direito</p>
<p>Vila Pouca de Aguiar<br />
Assembleia de Freguesia de Bornes de Aguiar<br />
Micaela Baptista<br />
34 Anos, Cabeleireira</p>
<p>VISEU</p>
<p>Câmara Municipal de<br />
Castro de Aire</p>
<p>Isabel Pires Souto<br />
39 Anos, Professora</p>
<p>Oliveira de Frades<br />
Câmara Municipal</p>
<p>Miguel Martins<br />
30 Anos, Geógrafo </p>
<p>Assembleia Municipal de Oliveira de Frades<br />
Susana Ribeiro  (Independente)<br />
30 Anos, Administrativa</p>
<p>Oliveira de.Frades<br />
Assembleia de Freguesia de Arcozelo das Maias<br />
Luís Manuel Ferreira (Independente)<br />
27 Anos, Operário Fabril</p>
<p>Oliveira de Frades<br />
Assembleia de Freguesia de Oliveira de Frades<br />
João Pereira Tavares (Independente)<br />
36 anos, Encarregado metalúrgica</p>
<p>Oliveira de Frades<br />
Assembleia de Freguesia de Pinheiro<br />
Paulo Jorge Lopes (Independente)<br />
39 Anos, Comerciante</p>
<p>Oliveira de Frades<br />
Assembleia de Freguesia de Ribeiradio<br />
Aires Miguel Marques<br />
24 Anos, Soldador</p>
<p>Fonte, http://www.osverdes.pt/index01.html</p>
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		<item>
		<title>Comissão Executiva d’ “Os Verdes analisa resultados eleitorais</title>
		<link>http://www.osverdes.org/blog/2009/10/comissao-executiva-d%e2%80%99-%e2%80%9cos-verdes-analisa-resultados-eleitorais/</link>
		<comments>http://www.osverdes.org/blog/2009/10/comissao-executiva-d%e2%80%99-%e2%80%9cos-verdes-analisa-resultados-eleitorais/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 21:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>
		<category><![CDATA["Verdes en el Pravda"]]></category>
		<category><![CDATA["Verdes Portugal"]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>a7rmEfHzqt2R69febktD</p>
<p>A Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes” reunida hoje procedeu à análise dos resultados das eleições legislativas das quais se destacam as seguintes conclusões:
A CDU subiu em número de votos, percentagem e em número de deputados contribuindo desta forma, e com a campanha eleitoral que levou a cabo, para que o PS tenha perdido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href='http://videos.sapo.pt/a7rmEfHzqt2R69febktD'>a7rmEfHzqt2R69febktD</a></p>
<p>A Comissão Executiva Nacional do Partido Ecologista “Os Verdes” reunida hoje procedeu à análise dos resultados das eleições legislativas das quais se destacam as seguintes conclusões:<br />
A CDU subiu em número de votos, percentagem e em número de deputados contribuindo desta forma, e com a campanha eleitoral que levou a cabo, para que o PS tenha perdido a maioria absoluta.<br />
Desta eleição resultará a constituição do Grupo Parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes” formada pelos deputados ecologistas eleitos nas listas da CDU, Heloísa Apolónia (por Setúbal) e José Luís Ferreira (por Lisboa).</p>
<p>Este novo quadro parlamentar vai obrigar o PS a definir a sua política: se vai continuar a governar à direita, como fez até agora, ou se, como quis fazer passar junto dos eleitores (após a derrota nas Europeias), irá inflectir por novas políticas viradas à esquerda, o que, face à actual composição parlamentar, não poderá deixar de ter em conta a CDU no debate e negociação parlamentar.</p>
<p>Este facto traduz a importância que os grupos parlamentares que resultarão da CDU, o dos Verdes e o do PCP, assumem na definição das opções políticas a tomar nesta próxima legislatura.</p>
<p>O PEV assumirá uma postura de grande responsabilidade no Parlamento, com o compromisso de que o mandato dos seus deputados será feito com grande conhecimento da realidade do país e com a tradução em iniciativas que caracterizaram o nosso manifesto eleitoral.</p>
<p>A Comissão Executiva manifesta ainda uma grande preocupação em relação ao aumento dos níveis de abstenção nestas eleições legislativas, facto para o qual não é alheio o descrédito junto dos eleitores provocado por uma alternância entre PS e PSD, com permanentes incumprimentos de promessas eleitorais, que se tem revelado altamente lesiva para o bem-estar das populações e do desenvolvimento do país.</p>
<p>A Comissão Executiva saúda finalmente o intenso trabalho e a profunda entrega de todos os militantes, activistas e simpatizantes dos Verdes, do PCP, da Intervenção Democrática e os muitos Independentes que assumiram a missão de levar a mensagem e os compromissos eleitorais dos Verdes e da Coligação à população portuguesa.</p>
<p>A Comissão Executiva Nacional</p>
<p>Lisboa, 28 de Setembro de 2009 </p>
<p>Fonte : Pravda Ru</p>
<p>http://port.pravda.ru/cplp/portugal/28-09-2009/28054-comissaoelectver-0</p>
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		</item>
		<item>
		<title>A coalizão os Verdes-Partido Comunista, um fracasso em Portugal.</title>
		<link>http://www.osverdes.org/blog/2009/09/a-coalizao-os-verdes-partido-comunista-um-fracasso-em-portugal/</link>
		<comments>http://www.osverdes.org/blog/2009/09/a-coalizao-os-verdes-partido-comunista-um-fracasso-em-portugal/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 21:14:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p>
<p>Tal como aconteceu em Itália, a coalizão entre os Verdes eo Partido Comunista vai significar um novo fracasso em Portugal.</p>
<p>Na verdade, a coligação CDU chamado situa-se no último lugar nos resultados provisórios, entre seis e nove por cento dos votos e falou com um resultado que pode variar entre dez e quinze membros eleitos. A CDU [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/os-verdes.jpg" alt="os-verdes" width="400" height="284" class="aligncenter size-full wp-image-185" /></p>
<p>Tal como aconteceu em Itália, a coalizão entre os Verdes eo Partido Comunista vai significar um novo fracasso em Portugal.</p>
<p>Na verdade, a coligação CDU chamado situa-se no último lugar nos resultados provisórios, entre seis e nove por cento dos votos e falou com um resultado que pode variar entre dez e quinze membros eleitos. A CDU não é só PCP. É uma coligação eleitoral, de que faz parte também o Partido Ecologista os Verdes. Depois das eleições, transformam-se em grupos parlamentares separados.</p>
<p>É interessante comparar com a situação na Alemanha, onde os Verdes só foram confirmadas com os dez por cento dos resultados. Esta separação também beneficiou o Partido Comunista Alemão, que chegou a doze por cento de inquéritos intercalares. A Esquerda ganhou 4,2 pontos percentuais, enquanto Os Verdes subiram 2,1 pontos percentuais na preferência do eleitorado.</p>
<p>A conclusão é clara ao que parece o melhor para ambos os Verdes para o Partido Comunista é apresentado separadamente. </p>
<p>Uma das batalhas maiores do PEV foi a co-incineração na Arrábida. O processo foi suspenso, muito por intervenção do partido que tem apenas dois deputados na Assembleia da República. «O Governo procurou uma série de batotas na altura, toda uma série de esquemas para impor aquilo que, na nossa perspectiva já estava negociado com a Secil, que era atribuir um novo negócio à Secil, para a empresa se manter ali durante mais uns longos anos, em detrimento de uma área protegida com grande valor para a região e para o país, que é o Parque Natural da Arrábida», acusa Heloísa Apolónia.</p>
<p>Por isso, para a próxima legislatura, o PEV tem já uma proposta para travar de vez a co-incineração na Arrábida ¿ a classificação do Parque Natural como Património da Humanidade. «A Unesco pode classificar o parque dessa forma, de modo que as políticas a seguir sejam obrigadas a preservá-lo. Os CIRVER têm capacidade para tratar muitos dos resíduos que neste momento estão a ir para co-incineração, só para dar o negócio à Secil», considera a deputada e candidata ecologista.</p>
<p>Propostas chumbadas</p>
<p>Mas nem só de ambiente se faz Os Verdes e o partido ecologista queixa-se de muitas das suas propostas terem ficado pelo caminho. «A maior parte das propostas dos verdes foram chumbadas na última legislatura. Houve uma forma de governar do PS de maioria absoluta de chumbar as propostas da oposição, apesar de, um tempo depois, as apresentar como se fossem suas», acusa Francisco Madeira Lopes.</p>
<p>O deputado dá como exemplo a vacina do colo do útero: «Os Verdes foram o primeiro grupo parlamentar a apresentar a proposta na AR e um mês ou dois depois foi apresentada pelo PS».</p>
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		<title>Alemanha/Eleições: Os Verdes 11 por cento na derradeira sondagem</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA["27 de Setembro"]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>

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<p>Ein richtige abend
Angela Merkel e os democratas-cristãos (CDU/CSU) reúnem claro favoritismo nas legislativas alemãs de 27 de Setembro, mas resta saber se a chanceler consegue a maioria absoluta com os Liberais (FDP) para formar novo governo.</p>
<p>Caso o centro-direita falhe este objectivo, o único cenário admitido pelos analistas é a reeditação da actual aliança da CDU/CSU com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:GL-->
<p><a href='http://www.youtube.com/watch?v=GG27bjNsZvE'>Ein richtige abend</a><br />
Angela Merkel e os democratas-cristãos (CDU/CSU) reúnem claro favoritismo nas legislativas alemãs de 27 de Setembro, mas resta saber se a chanceler consegue a maioria absoluta com os Liberais (FDP) para formar novo governo.</p>
<p>Caso o centro-direita falhe este objectivo, o único cenário admitido pelos analistas é a reeditação da actual aliança da CDU/CSU com os sociais-democratas (SPD).</p>
<p>Mesmo que haja uma maioria aritmética dos três partidos de esquerda, repetindo-se o desfecho das eleições gerais de 2005, o SPD, cujo objectivo é voltar a governar com os Verdes, como fez de 1998 a 2005, já declarou que não fará alianças com os neocomunistas do Die Linke (A Esquerda).</p>
<p>Outro cenário possível, a chamada “Coligação Jamaica”, com base nas cores da CDU/CSU (preto), dos Liberais (amarelos) e dos Verdes, já foi posto categoricamente de parte pelos ambientalistas, devido às divergências que os separam do bloco conservador.</p>
<p>Na derradeira sondagem publicada hoje pelo Instituto Forsa, a CDU/CSU somava 37 por cento, o SPD 24, os Liberais 12, os Verdes 11 e o Die Linke 10 por cento.</p>
<p>Nas preferências para chanceler, Merkel obtinha 56 por cento, contra apenas 24 por cento do seu rival directo, o social-democrata Frank-Walter Steinmeier, apesar de este ter ganho o único duelo televisivo, no domingo passado, de acordo com os inquéritos de opinião feitos pela televisão pública.</p>
<p>A campanha eleitoral tem sido pouco emotiva e os slogans dos partidos inócuos, como ilustr am alguns exemplos: “Nós Somos a Força” (CDU), “Educação é Um Direito Cívico”, (FDP), “O Nosso Pais Consegue Mais” (SPD).</p>
<p>Os analistas atribuem esta placidez ao facto de parecer tudo decidido e também de os dois principais candidatos terem sido, simultaneamente, as duas principais figuras do governo nos últimos quatro anos.</p>
<p>Os únicos temas controversos são a renúncia à energia nuclear e a introdução de um salário mínimo, mas o SPD tem dificuldades em atacar os conservadores, porque Merkel não recusa liminarmente tais projectos, antes propõe uma via mais moderada de os concretizar.</p>
<p>Além disso, “o SPD tem de fazer uma campanha de confronto, com um candidato que não se adapta bem a esse papel”, observou o matutino tageszeitung.</p>
<p>Para o politólogo Franz Walter, da Universidade Livre de Berlim, o SPD “não consegue mobilizar de forma credível o seu próprio eleitorado contra a CDU/CSU e os Liberais, porque precisa deles como parceiros de governo”.</p>
<p>O facto de a campanha eleitoral ser tranquila e não se vislumbrar uma intensificação do combate político nos últimos dias “não é garantia, porém, de que o resultado não será surpreendente”, advertiu a professora Renate Koecher, do Instituto de Demoscopia Allensbach.</p>
<p>Nas legislativas de 2005, a CDU/CSU, com 35,2 por cento, ficou um escasso ponto percentual acima do SPD, apesar de as sondagens apontarem na altura para uma ampla vantagem dos conservadores.</p>
<p>Fonte :http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=14392 </p>
<p><img src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/die-gruenen1.jpg" alt="die-gruenen1" width="500" height="333" class="alignnone size-full wp-image-182" /></p>
<p><!--:--><!--:es-->Angela Merkel e os democratas-cristãos (CDU/CSU) reúnem claro favoritismo nas legislativas alemãs de 27 de Setembro, mas resta saber se a chanceler consegue a maioria absoluta com os Liberais (FDP) para formar novo governo.</p>
<p>Caso o centro-direita falhe este objectivo, o único cenário admitido pelos analistas é a reeditação da actual aliança da CDU/CSU com os sociais-democratas (SPD).</p>
<p>Mesmo que haja uma maioria aritmética dos três partidos de esquerda, repetindo-se o desfecho das eleições gerais de 2005, o SPD, cujo objectivo é voltar a governar com os Verdes, como fez de 1998 a 2005, já declarou que não fará alianças com os neocomunistas do Die Linke (A Esquerda).</p>
<p>Outro cenário possível, a chamada “Coligação Jamaica”, com base nas cores da CDU/CSU (preto), dos Liberais (amarelos) e dos Verdes, já foi posto categoricamente de parte pelos ambientalistas, devido às divergências que os separam do bloco conservador.</p>
<p>Na derradeira sondagem publicada hoje pelo Instituto Forsa, a CDU/CSU somava 37 por cento, o SPD 24, os Liberais 12, os Verdes 11 e o Die Linke 10 por cento.</p>
<p>Nas preferências para chanceler, Merkel obtinha 56 por cento, contra apenas 24 por cento do seu rival directo, o social-democrata Frank-Walter Steinmeier, apesar de este ter ganho o único duelo televisivo, no domingo passado, de acordo com os inquéritos de opinião feitos pela televisão pública.</p>
<p>A campanha eleitoral tem sido pouco emotiva e os slogans dos partidos inócuos, como ilustr am alguns exemplos: “Nós Somos a Força” (CDU), “Educação é Um Direito Cívico”, (FDP), “O Nosso Pais Consegue Mais” (SPD).</p>
<p>Os analistas atribuem esta placidez ao facto de parecer tudo decidido e também de os dois principais candidatos terem sido, simultaneamente, as duas principais figuras do governo nos últimos quatro anos.</p>
<p>Os únicos temas controversos são a renúncia à energia nuclear e a introdução de um salário mínimo, mas o SPD tem dificuldades em atacar os conservadores, porque Merkel não recusa liminarmente tais projectos, antes propõe uma via mais moderada de os concretizar.</p>
<p>Além disso, “o SPD tem de fazer uma campanha de confronto, com um candidato que não se adapta bem a esse papel”, observou o matutino tageszeitung.</p>
<p>Para o politólogo Franz Walter, da Universidade Livre de Berlim, o SPD “não consegue mobilizar de forma credível o seu próprio eleitorado contra a CDU/CSU e os Liberais, porque precisa deles como parceiros de governo”.</p>
<p>O facto de a campanha eleitoral ser tranquila e não se vislumbrar uma intensificação do combate político nos últimos dias “não é garantia, porém, de que o resultado não será surpreendente”, advertiu a professora Renate Koecher, do Instituto de Demoscopia Allensbach.</p>
<p>Nas legislativas de 2005, a CDU/CSU, com 35,2 por cento, ficou um escasso ponto percentual acima do SPD, apesar de as sondagens apontarem na altura para uma ampla vantagem dos conservadores.</p>
<p>Fonte :http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=14392</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-182" src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/die-gruenen1.jpg" alt="die-gruenen1" width="500" height="333" /><!--:--></p>
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