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	<title>Os Verdes &#187; &#8220;27 de Setembro&#8221;</title>
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	<description>Os Verdes de Galicia</description>
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		<title>Alemanha/Eleições: Os Verdes 11 por cento na derradeira sondagem</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 20:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>juan</dc:creator>
				<category><![CDATA[General]]></category>
		<category><![CDATA["27 de Setembro"]]></category>
		<category><![CDATA["os verdes"]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>
<p>Ein richtige abend
Angela Merkel e os democratas-cristãos (CDU/CSU) reúnem claro favoritismo nas legislativas alemãs de 27 de Setembro, mas resta saber se a chanceler consegue a maioria absoluta com os Liberais (FDP) para formar novo governo.</p>
<p>Caso o centro-direita falhe este objectivo, o único cenário admitido pelos analistas é a reeditação da actual aliança da CDU/CSU com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:GL-->
<p><a href='http://www.youtube.com/watch?v=GG27bjNsZvE'>Ein richtige abend</a><br />
Angela Merkel e os democratas-cristãos (CDU/CSU) reúnem claro favoritismo nas legislativas alemãs de 27 de Setembro, mas resta saber se a chanceler consegue a maioria absoluta com os Liberais (FDP) para formar novo governo.</p>
<p>Caso o centro-direita falhe este objectivo, o único cenário admitido pelos analistas é a reeditação da actual aliança da CDU/CSU com os sociais-democratas (SPD).</p>
<p>Mesmo que haja uma maioria aritmética dos três partidos de esquerda, repetindo-se o desfecho das eleições gerais de 2005, o SPD, cujo objectivo é voltar a governar com os Verdes, como fez de 1998 a 2005, já declarou que não fará alianças com os neocomunistas do Die Linke (A Esquerda).</p>
<p>Outro cenário possível, a chamada “Coligação Jamaica”, com base nas cores da CDU/CSU (preto), dos Liberais (amarelos) e dos Verdes, já foi posto categoricamente de parte pelos ambientalistas, devido às divergências que os separam do bloco conservador.</p>
<p>Na derradeira sondagem publicada hoje pelo Instituto Forsa, a CDU/CSU somava 37 por cento, o SPD 24, os Liberais 12, os Verdes 11 e o Die Linke 10 por cento.</p>
<p>Nas preferências para chanceler, Merkel obtinha 56 por cento, contra apenas 24 por cento do seu rival directo, o social-democrata Frank-Walter Steinmeier, apesar de este ter ganho o único duelo televisivo, no domingo passado, de acordo com os inquéritos de opinião feitos pela televisão pública.</p>
<p>A campanha eleitoral tem sido pouco emotiva e os slogans dos partidos inócuos, como ilustr am alguns exemplos: “Nós Somos a Força” (CDU), “Educação é Um Direito Cívico”, (FDP), “O Nosso Pais Consegue Mais” (SPD).</p>
<p>Os analistas atribuem esta placidez ao facto de parecer tudo decidido e também de os dois principais candidatos terem sido, simultaneamente, as duas principais figuras do governo nos últimos quatro anos.</p>
<p>Os únicos temas controversos são a renúncia à energia nuclear e a introdução de um salário mínimo, mas o SPD tem dificuldades em atacar os conservadores, porque Merkel não recusa liminarmente tais projectos, antes propõe uma via mais moderada de os concretizar.</p>
<p>Além disso, “o SPD tem de fazer uma campanha de confronto, com um candidato que não se adapta bem a esse papel”, observou o matutino tageszeitung.</p>
<p>Para o politólogo Franz Walter, da Universidade Livre de Berlim, o SPD “não consegue mobilizar de forma credível o seu próprio eleitorado contra a CDU/CSU e os Liberais, porque precisa deles como parceiros de governo”.</p>
<p>O facto de a campanha eleitoral ser tranquila e não se vislumbrar uma intensificação do combate político nos últimos dias “não é garantia, porém, de que o resultado não será surpreendente”, advertiu a professora Renate Koecher, do Instituto de Demoscopia Allensbach.</p>
<p>Nas legislativas de 2005, a CDU/CSU, com 35,2 por cento, ficou um escasso ponto percentual acima do SPD, apesar de as sondagens apontarem na altura para uma ampla vantagem dos conservadores.</p>
<p>Fonte :http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=14392 </p>
<p><img src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/die-gruenen1.jpg" alt="die-gruenen1" width="500" height="333" class="alignnone size-full wp-image-182" /></p>
<p><!--:--><!--:es-->Angela Merkel e os democratas-cristãos (CDU/CSU) reúnem claro favoritismo nas legislativas alemãs de 27 de Setembro, mas resta saber se a chanceler consegue a maioria absoluta com os Liberais (FDP) para formar novo governo.</p>
<p>Caso o centro-direita falhe este objectivo, o único cenário admitido pelos analistas é a reeditação da actual aliança da CDU/CSU com os sociais-democratas (SPD).</p>
<p>Mesmo que haja uma maioria aritmética dos três partidos de esquerda, repetindo-se o desfecho das eleições gerais de 2005, o SPD, cujo objectivo é voltar a governar com os Verdes, como fez de 1998 a 2005, já declarou que não fará alianças com os neocomunistas do Die Linke (A Esquerda).</p>
<p>Outro cenário possível, a chamada “Coligação Jamaica”, com base nas cores da CDU/CSU (preto), dos Liberais (amarelos) e dos Verdes, já foi posto categoricamente de parte pelos ambientalistas, devido às divergências que os separam do bloco conservador.</p>
<p>Na derradeira sondagem publicada hoje pelo Instituto Forsa, a CDU/CSU somava 37 por cento, o SPD 24, os Liberais 12, os Verdes 11 e o Die Linke 10 por cento.</p>
<p>Nas preferências para chanceler, Merkel obtinha 56 por cento, contra apenas 24 por cento do seu rival directo, o social-democrata Frank-Walter Steinmeier, apesar de este ter ganho o único duelo televisivo, no domingo passado, de acordo com os inquéritos de opinião feitos pela televisão pública.</p>
<p>A campanha eleitoral tem sido pouco emotiva e os slogans dos partidos inócuos, como ilustr am alguns exemplos: “Nós Somos a Força” (CDU), “Educação é Um Direito Cívico”, (FDP), “O Nosso Pais Consegue Mais” (SPD).</p>
<p>Os analistas atribuem esta placidez ao facto de parecer tudo decidido e também de os dois principais candidatos terem sido, simultaneamente, as duas principais figuras do governo nos últimos quatro anos.</p>
<p>Os únicos temas controversos são a renúncia à energia nuclear e a introdução de um salário mínimo, mas o SPD tem dificuldades em atacar os conservadores, porque Merkel não recusa liminarmente tais projectos, antes propõe uma via mais moderada de os concretizar.</p>
<p>Além disso, “o SPD tem de fazer uma campanha de confronto, com um candidato que não se adapta bem a esse papel”, observou o matutino tageszeitung.</p>
<p>Para o politólogo Franz Walter, da Universidade Livre de Berlim, o SPD “não consegue mobilizar de forma credível o seu próprio eleitorado contra a CDU/CSU e os Liberais, porque precisa deles como parceiros de governo”.</p>
<p>O facto de a campanha eleitoral ser tranquila e não se vislumbrar uma intensificação do combate político nos últimos dias “não é garantia, porém, de que o resultado não será surpreendente”, advertiu a professora Renate Koecher, do Instituto de Demoscopia Allensbach.</p>
<p>Nas legislativas de 2005, a CDU/CSU, com 35,2 por cento, ficou um escasso ponto percentual acima do SPD, apesar de as sondagens apontarem na altura para uma ampla vantagem dos conservadores.</p>
<p>Fonte :http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=14392</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-182" src="http://www.osverdes.org/blog/wp-content/uploads/2009/09/die-gruenen1.jpg" alt="die-gruenen1" width="500" height="333" /><!--:--></p>
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