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Congreso dos Verdes de Galicia

Hola a todos.Xa temos as datas do Congreso e o lugar onde se celebrará.
Será en Lugo, o día 20 de Marzo, sábado, no salón de actos do Instituto Lucus Augusti, antigo Masculino, a partires das 10 da mañá.
E un lugar céntrico, con accesibilidade e aparcadoiros.
Agardamos a vosa presencia.
Non traigades bocatas, haberà pinchos.

Saúde.

“Os Verdes” pedem esclarecimentos sobre zonas desfavorecidas

O Deputado José Luís Ferreira, do Grupo Parlamentar “Os Verdes”, entregou na Assembleia da República um requerimento onde pede esclarecimentos ao Governo – através do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e das Pescas – sobre os novos critérios propostos pela Comissão Europeia, no quadro da PAC, para definição de zonas desfavorecidas.
Um estudo da Comissão Europeia, desenvolvido no quadro da reforma da Política Agrícola Comum (pós-2013), propôs um conjunto de novos critérios para definir as futuras zonas desfavorecidas intermédias.
O PEV alerta para o facto de, no futuro, com a aplicação destes critérios, ficarem excluídas vastas áreas do território português onde se inclui o Alentejo.
Os vários Estados-Membros tiveram até dia 21 de Janeiro para informar a Comissão sobre os resultados de aplicação dos critérios.
Os Verdes querem saber “que avaliação foi apresentada à Comissão Europeia, no âmbito do posicionamento Governo português quanto à revisão das zonas desfavorecidas intermédias e aos novos critérios propostos” e se “foram apresentadas propostas alternativas à Comissão Europeia neste quadro e quais”.

Partido Verde alemão completa 30 anos

De facção de protesto a ‘establishment’: os verdes celebram na Alemanha três décadas de existência em defesa de causas como pacifismo, proteção ambiental e direito das mulheres.
O parlamentar grisalho Hans-Christian Ströbele, reeleito quatro vezes deputado no Parlamento alemão, ocupou sua cadeira pela primeira vez em 1985, como representante do Partido Verde.

“Na Alemanha, os verdes surgiram como críticos do sistema partidário vigente. Eles não queriam ser como os outros e por isso criaram uma série de critérios formais. Pretendiam fazer algo substancialmente distinto dos outros e não queriam ser um partido no sentido tradicional do termo”, lembra Ströbele, hoje com 70 anos.

Ameaças armamentistas
Cota para mulheres, a proibição de cargos partidários internos para deputados e uma direção divida por dois membros: essas eram algumas das novidades entre as diretrizes verdes.

No início de 1980, surgiu o Partido Verde alemão, composto por membros de diversas pequenas facções verdes e alternativas. Estava mais que na hora de isso acontecer, relembra Ströbele. “Havia inconveniências graves na sociedade. Havia a ameaça de destruição de todo o mundo pela corrida armamentista”, recorda ele.

Novos temas

Os partidos tradicionais não tinham interesse em discussões acerca de desarmamento, direitos para as mulheres ou proteção ambiental – todos temas novos para a época. Num antigo spot publicitário de 1980, uma criança e um idoso conversam à beira de um rio: “Papai, por que os peixes estão mortos?”, obtendo a resposta: “Porque a indústria envenenou a água do rio Reno”. “E quem contou isso?”, pergunta o menino. “Os verdes”, termina o spot.

Nas eleições parlamentares de 1980, os verdes conseguiram 1,5% dos votos. Três anos mais tarde, já atingiam 5,6% dos votos, ultrapassando a marca dos 5% necessária para ingressarem no Bundestag.

Petra Kelly, parlamentar recém-eleita ne época, nomeava as metas dos movimentos de protesto pelos quais lutava: “Para mim, é uma forma de compromisso com o movimento o fato de agora estarmos ocupando cadeiras no Parlamento. Nunca iremos trair essas esperanças. Essa é uma promessa que faço pessoalmente a vocês”, afirmava Kelly.

Aparência diferente
A desconfiança em relação a instituições democráticas era forte entre os eleitores. Talvez exatamente por isso os parlamentares verdes tivessem a necessidade de demonstrar o quão distintos eram, como lembra Ströbele: “Com ramos verdes, uma aparência totalmente diferente e, o que era mais importante ainda, com conteúdos muito distintos em seus discursos”.

Naquele momento, os verdes ainda não precisavam sujar as mãos na atuação governamental; simplesmente impulsionavam as discussões políticas do país através de seu trabalho de oposição. Outros partidos como CDU, FDP e SPD começaram a se ver obrigados a pensar sobre temas “verdes”. Foi quando, em 1985, o partido passou a compor um governo estadual, em Hessen, e Joschka Fischer se tornou secretário estadual do Meio Ambiente.

Calçando um tênis e vestindo um blazer informal na hora da posse, ele passou a ser chamado de “ministro alternativo de tênis”. No entanto, foi exatamente Fischer que, ao longo dos próximos anos, tentaria pragmaticamente ajustar o partido às exigências da política. Ou seja, Fischer fazia parte da ala dos “realos” dentro do partido, que acabou por suplantar a oposição interna dos mais ortodoxos ou fundamentalistas, ou seja, os “fundis”.

No governo

O próximo passo foi dado em 1998, quando os verdes passaram pela primeira vez a formar, junto com o SPD, uma coalizão de governo em nível federal. Fischer se tornou ministro do Exterior e teve que arcar com a responsabilidade sobre a participação da Alemanha na Guerra do Kosovo.

Em 1999, essa postura gerou tumultos na convenção do partido, realizada em Bielefeld. “Eu já estava esperando. Quem está falando aqui é um defensor da guerra, não é mesmo, e Milosevic vocês sugerem para receber o Prêmio Nobel da Paz”, ironizou Fischer na época.

Ações polêmicas
O envio de tropas alemãs ao Afeganistão foi outra ação que se deu sob responsabilidade dos verdes no governo. “O que foi feito de nossas convicções?”, perguntavam-se muitos no partido. Mesmo com um ministro verde do Meio Ambiente, na época Jürgen Trittin, as usinas nucleares do país se mantiveram em pleno funcionamento.

No entanto, a coalizão verde-social-democrata acertou com os fornecedores de energia uma diminuição gradual da produção de energia nuclear, incentivando pela primeira vez energias renováveis. “Acreditamos que, de preferência junto com o empresariado, será possível minimizar os riscos do uso de energia atômica, também em combinação com os acertos sobre o prazo de funcionamento das usinas”, afirmava Trittin.

Terno e gravata

O parlamentar Christian Ströbele, que se recorda do mal-estar dentro do partido naquele momento, lamenta que os verdes tenham abdicado de várias posições mais radicais. O partido foi se estabelecendo e hoje seus políticos trajam terno e gravata, como os de outros partidos.

Nas últimas eleições parlamentares, contudo, os verdes ultrapassaram os 10% dos votos de todo o país. “Nossos redutos são, por exemplo, regiões metropolitanas como Berlim, onde já não se questiona mais se os verdes vão ser algum dia um partido popular; aqui eles são simplesmente a facção mais forte”, celebra Ströbele.

Autor: Heiner Kiesel (sv)

Revisão: Simone Lopes
Fonte :http://www.dw-world.de/dw/article/0,,5124180,00.html

Os Verdes en Copenhague

osverdes
O grupo dos Verdes do Parlamento Europeu qualificou hoje o acordo na cúpula da ONU sobre mudança climática (COP15), em Copenhague, de “fracasso lamentável”, e responsabilizou a China e os EUA, assim como a União Europeia (UE), por não haver aumentado seus objetivos de redução de emissões.
“A declaração política de Copenhague é totalmente insatisfatória”, disse o grupo, sobre o acordo alcançado ontem à noite, que não é de caráter vinculativo, está muito longe das expectativas geradas em torno da maior reunião sobre mudança climática da história e não fixa objetivos de redução de gases do efeito estufa.

Para os Verdes, “um dos principais obstáculos” para conseguir um resultado mais ambicioso “foi a incapacidade da China e dos EUA de se entender sobre a maneira de vigiar os países emergentes”.

“Mas a UE também tem sua parte de responsabilidade, ao renunciar a aumentar seus compromissos de redução de emissões até 30% até 2020″, afirmou o grupo político, em comunicado.

Caso tivesse dado este passo, a UE “poderia ter assumido um papel de liderança nos últimos dias da cúpula”, acrescentou.

Os Verdes questionam Governo sobre co-incineração em cimenteiras

O partido ecologista Os Verdes questionou hoje o Governo sobre a quantidade de resíduos industriais perigosos incinerados em cimenteiras e nos Centros Integrados de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos (CIRVER)
Em pergunta entregue na Assembleia da República, a deputada do partido ecologista Heloísa Apolónia questiona ainda o executivo sobre o «acompanhamento que tem sido dado quanto às entidades responsáveis pela medição de emissões» na cimenteira da Secil, em Setúbal.

O Supremo Tribunal Administrativo (STA) decidiu recentemente pela revogação do acórdão do Tribunal Central Administrativo do Norte, que em Fevereiro ordenou a suspensão da co-incineração de resíduos industriais perigosos na cimenteira de Souselas.

A decisão judicial foi já saudada terça-feira pela ministra do Ambiente, para quem o veredicto do STA «permitirá a continuação da política de gestão de resíduos» e a «capacidade de co-incineração de uma unidade capazmente habilitada para fazer essa opção de tratamento de resíduos».

«Ao STA não nos compete pedir ‘contas’, mas ao Governo sim», refere o partido, pedindo ainda contas ao Governo sobre as provas que existem «sobre a inocuidade da co-incineração».

«Essas provas decorrem apenas da inexistência de outras provas que relacionem imediata e directamente, como causa-efeito, o risco de saúde pública com a incineração de resíduos? O que é, para esse Ministério, verdadeiramente o princípio da precaução», questionam.
Fonte : http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=156374

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Alta Tensão: Os Verdes acusam PSD de concessão ao PS

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Esta tarde estiveram em discussão na Assembleia da República quatro propostas sobre os campos electromagnéticos das linhas de alta tensão. O PS criticou os documentos apresentados pelo PCP, Bloco de Esquerda e Partido Ecologista Os Verdes, só deixando de fora das críticas o PSD. Esta situação levou a deputada do partido Os Verdes Heloísa Apolónia a acusar o PSD de fazer concessões ao PS, como pode ouvir na reportagem da jornalista Susana Barros.

Nova lei galego eólica

O debate sobre o proxecto de lei para a utilización da enerxía eólica na Galiza, pasou o seu primeiro procedemento parlamentario onte despois dunha loita forte. A oposición acusou o goberno galego de ter organizado unha vendeta política “para eliminar todas as referencias á regulación polo vento bipartidário armados. BNG PSdeG e esqueceron as súas diferenzas da época pasada e uníronse para acusar o ministro de Economía Regional, Javier Guerra, de “vinganza”, e reclamar unha “reprogramação ideolóxica” un modelo que, segundo o porta-voz socialista Abel Losada, ” Soa como Leni Riefenstahl, triunfo da vontade “, en referencia á propaganda nazi.
“Eu prometer a transparencia e aquí estou”, comezou dicindo que o Ministro Rexional de Economía e de Industria, Javier Guerra, a continuación, lembre do peor viaxe decreto episodios xestos na Facenda bipartidário e que foi suspendido polo PP como chegou ao poder. A “herdanza envenenada”, segundo guerra, que foi “xulgado ilegal” para regulamentar a presenza pública do goberno rexional adjudicatário. Unha posición que a guerra con base en “relatos de xuristas independentes e imparciais prestixio máximo. Segundo os seus cálculos, os ingresos derivada do informe de taxa para a Xunta 1.032 millóns de euros en 20 anos contra os 567 que sería o modelo bipartido. Maioría parlamentaria do PP, rexeitou as modificacións a todos os que exixían o retorno do texto.

“El gastou o 85% do tempo do seu discurso dedicado a criticar o goberno anterior”, dixo Fernando Blanco (BNG), o ex-ministro de Industria Rexional co bipartidário, o seu sucesor no cargo. “As copia ambientais se perde. Prevese a obriga de transmitir a declaración de impacto ambiental,” Branca insistiu refírese ao artigo 36, que esixe avaliación ambiental dos novos parques realízase coa regulación estatal, ou sexa, con dous pesos e dúas para menores de 50 megawatts.

“Eles están facendo exactamente o mesmo que o goberno de Manuel Fraga”, dixo Abel Losada. Substancia que ha compensar os concellos onde os parques son construídos, os socialistas alerta que podería converter-se “a resposta á Baltaro provincia de Ourense.

Rexional ministro de Economía, a lei vén para acabar coa “ilegalidade” da lexislación anterior e non “en calquera circunstancia permitir a introdución de parques eólicos na actual rede da natureza, nin a súa extensión. No procedemento administrativo, enfatizou que “vai acelerar e ser absolutamente transparente” e que “non serán tidas en conta a avaliación ambiental. Guerra dixo que vai proporcionar “seguridade xurídica, simplificar os procedementos administrativos para asegurar plans de negocio asociados a proxectos de enerxía eólica e asegurar unha compensación para os cidadáns afectados. O vento galego xestión quedou calado sobre o proxecto onte. Indoors empresas teñen criticado a “parálise” vivindo o sector desde o último ano do goberno de Manuel Fraga.

Alakrana: Os Verdes están chamando para un cambio na política de pesca

Alakrana: Os Verdes están chamando para un cambio na política de pesca dos países do Norte e levar a cuestión ao Parlamento Europeo.

Os Verdes manifestaron a súa satisfacción polo desenlace do secuestro da familia de mariñeiros e felicitou por iso que rompe longos días de tensión. Organización Ecopacifista, o Libro Verde da Coordinadora non comparte de maneira algunha o uso de secuestro e coacción exercida por piratas somalís. Mentres tanto, na perigosa escalada militar propostos polos gobernos español e europeo, a unha seria reflexión sobre o exceso de pesca no Océano Índico provocou unha diminución drástica dos seus recursos naturais e aumento da pobreza, especialmente nun estado falido como a Somalia. Colla o problema a través do Grupo Verde Europeo no Parlamento Europeo.

En opinión do grupo ambientalista preocupado co estado dos mariñeiros, agora felizmente resolto, non debe obscurecer a situación que pasou despercibido de todo este tempo de privación e degradación ambiental dos océanos e dos recursos pesca en xeral e da rexión do Océano Índico, en particular.

Porta-voz da Coordenadora Sonia afirma Nettle Verde, “A comunidade internacional de acordo coa súa pasividade sobre a repartición de Somalia como Estado e do sufrimento do seu pobo. En realidade, estas poboacións de peixes locais dependen para a súa subsistencia, pero sofren a perda de recursos de traballo para os buques estranxeiros. Pedimos á Unión Europea e España se aplica o concepto de coherencia, que contén as políticas de cooperación para o desenvolvemento. Así, non só pedir que extender os recursos da Axuda Oficial ao Desenvolvemento (APD) pero tamén, e esencialmente que todas as políticas europeas de desenvolvemento, estatais ou rexionais están na mesma liña de fomentar “o desenvolvemento humano sostible.” políticas de pesca e comercio europeo (como a Política Común dos Caladoiros en revisión) Español e non debe comprometer a capacidade de proporcionar un medio de subsistencia para os pobos de ambos os países ribeireños como a outros países legal peixe nesas augas. Se non, non é pesimista para prever un colapso das capturas a conflitos mundiais e aumentar o control sobre os recursos naturais e por mor do aumento da pobreza “.

Para o coportavoz Coordinadora Berdeak-Verde e Florent Marcellesi Verdes “, despois a alegría que nos trouxo a liberación dos mariñeiros, é hora de analizar se ademais da violencia causada polos piratas hai outros tipos de violencia estrutural, países do Norte. Noutras palabras, o exceso de pesca que infrinxe os acordos internacionais que promoven a pesca sostible causando irregular na pesca que xa están a desaparecer, como a Comisión do Atún do Océano Índico (IOTC). Aproveitando a ausencia virtual do Estado somalí e tendo esgotado seus propios recursos, as flotas europeas e Español enviar os seus barcos para a súa pesca excesiva na diminución dos recursos haliêuticos. Nun espírito ecolóxico deneocolonialismo denunciar, facelo apoiado nas súas forzas armadas e mercenarios. No entanto, o medio de solución de longo prazo ignora permitir máis armas e seguridade de pesca, pero para resolver a situación de pobreza na rexión ea degradación ambiental dos mares e os seus recursos. “

Por danos case irreversíbeis feito para a pesca do atún do Pacífico e Atlántico (cuxo número é o 15% respecto aos niveis pre-industriais) non é trasladado para o Océano Índico e faise posible Norte-Sur Xustiza Ambiental, a Green Coordinador chamados a reflexionar sobre a importancia da pesca para a seguridade e soberanía alimentaria de moitos millóns de persoas de países do Sur e a necesidade de ir para a pesca sostible (curto-circuítos de produción e consumo, a pesca sostible ecolóxica independente de etiquetaxe, artes de pesca tradicionais, etc.) principalmente no Norte. O coordinador levará a cuestión ao verde do Parlamento Europeo a través do Verde Grupo Europeo para a Unión Europea é capaz de xirar en torno da Política Comum de Pescas e, finalmente, aplicar o principio de coherencia das políticas de desenvolvemento.

Por último, o Director Verde considera necesarias para reflectir a enorme derroche de recursos públicos fixo con toda a operación con unha chamada á acción xeneralizada responsable da flota de pesca, para encaixar especialmente no actual marco político e non poñer de volta en perigo a un goberno, diplomacia e un sistema xudicial financiada a partir dos esforzos de todos.

Más democracia y participación ciudadana igual a menos corrupción política

Los Verdes: “Contra la corrupción política, más democracia”

Más democracia y más participación social es la receta de Los Verdes contra los numerosos casos de corrupción política y económica que continúan saliendo a la luz pública, provocando que los ciudadanos se alejen de la vida política, pongan bajo sospecha a cualquier cargo político designado o elegido y cuestionen la calidad de la democracia y el funcionamiento de las instituciones.

Sonia Ortiga, abogada y coportavoz de la Coordinadora Verde, manifiesta que “la clave para luchar contra la corrupción política no es tanto contar con una legislación ad hoc, sino aumentar la eficacia que los fiscales y los jueces puedan imprimir en su aplicación a estas normativas que persiguen la prevención de conductas tan antisociales. Y, sobre todo, estimular y hacer posible la participación pública.”

“Hasta ahora, las leyes, como decía Gandhi de las cobras, sólo muerden a los que van descalzos”, declara el coportavoz Florent Marcellesi, que también apuesta por un impulso decisivo de la democracia participativa y explica que la luz y el aire puro son el mejor antídoto contra la corrupción. “Si se presentaran ante la sociedad las iniciativas de proyectos públicos para que los ciudadanos pudieran opinar sobre su conveniencia y participaran en todas las fases de los proyectos que acaban desarrollándose, se haría muy difícil que alguien pudiera seguir “llevándose dinero por debajo de la mesa”. Y añade que habría que cambiar algunas cosas en el sistema urbanístico, como eliminar el agente urbanizador o, al menos, restringir y controlar mucho su figura.

Para la Coordinadora Verde, los continuos casos de corrupción que salen a la luz en España han creado una situación doblemente grave por las circunstancias actuales de crisis económica y ecológica, que exige de un liderazgo político que encauce la economía para ponerla al servicio de los ciudadanos y del medio ambiente, por lo que no basta con denunciar los casos puntuales que se vayan descubriendo, sino que hay que plantear unos mecanismos preventivos que pongan fin definitivamente a esta lacra social y permitan recuperar la credibilidad de la clase política. La Coordinadora Verde propone, por tanto, un pacto de Estado que incluya las necesarias reformas del régimen electoral y de la financiación de los partidos, listas abiertas, controles exhaustivos en la financiación de las campañas electorales, igualdad plena de acceso a los medios de comunicación públicos de los partidos políticos, prohibir los convenios urbanísticos para desarrollar suelo no urbanizable y un control autonómico de la gestión urbanística municipal.

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La Coordinadora Verde es un espacio de confluencia abierto a todos los partidos u organizaciones verdes —locales, autonómicos o estatales— , así como colectivos y personas de la sociedad civil que quieran participar en la reconstrucción de un espacio verde autónomo con peso propio en España. Busca caminar hacia la unidad de acción de quines se mueven en el eje de la ecología política y refundar el proyecto político verde en base al trabajo en red de las bases del movimiento ecologista.

Portavoces

Florent Marcellesi 628334891 florent.marcellesi@hondarribiaverde.org

Sonia Ortiga 645803417 sonia.ortiga@hondarribiaverde.org

Contacto con Prensa y Redes

Prensa: komuniko@hondarribiaverde.org

Redes: redes@hondarribiaverde.org

Más democracia, menos corrupción.

Más democracia, menos corrupción.

Heloísa Apolónia eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal lider da bancada

Tomaram hoje posse, na Assembleia da República, os dois Deputados que constituem o Grupo Parlamentar “Os Verdes”: Heloísa Apolónia, eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal, que assumiu a liderança da bancada, e José Luís Ferreira, eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa.

Heloísa Apolónia é deputada na Assembleia Municipal da Moita.

Heloísa Apolónia, 40 anos, jurista, eleita pelo círculo eleitoral de Setúbal, assumirá a liderança da bancada parlamentar do Partido Ecologista “Os Verdes”. É membro da Comissão Executiva e do Conselho Nacional de “Os Verdes”.

José Luís Ferreira, 47 anos, jurista, eleito pelo círculo eleitoral de Lisboa. É eleito na Assembleia Municipal de Lisboa e na Assembleia Metropolitana de Lisboa. É membro da Comissão Executiva e do Conselho Nacional de “Os Verdes”.

“O Grupo Parlamentar “Os Verdes” (composto por um homem e uma mulher) reafirma o seu total empenho em garantir soluções ambientais e de estabilidade económica e social do país através do seu trabalho parlamentar.” – sublinham.

Fonte: http://www.rostos.pt/inicio2.asp?cronica=23272&mostra=2

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